quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

Testemunho

Ao sétimo mês da gravidez do NOSSO primeiro filho (sim, porque todas as crianças têm PAI), os médicos diagnosticaram malformações neurológicas no feto, que implicariam que permanecesse toda a sua vida numa cama em estado vegetativo.
Não nos faltaram na altura “amigos” que nos aconselharam a ir ao estrangeiro (por uma questão legal) abortar.
Porque somos a favor da vida e porque seríamos incapazes de matar alguém indefeso, quaisquer que fossem as circunstâncias, decidimos dizer sim à vida e dissemos não ao aborto.


Já agora, o nosso filho nasceu saudável!

Nuno Morujão

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